O corporativismo político funcional de Klericles Júnior e Lula de Laranjeira

O corporativismo político funcional dos vereadores oposicionistas Klericles Júnior e Lula de Laranjeira, apresentam um imenso contraste em paralelo com as frágeis e vazias argumentações do também vereador Daniel Ferreira; no caso de Lula, a situação seria cômica se não fosse preocupante – mesmo sem dizer uma palavra durante a sessão, com apenas um movimento, votou contra a captura de recursos por parte da prefeitura Municipal de São José de Mipibu, que por sua vez, irá se beneficiar com um possível empréstimo junto a Caixa Econômica Federal; graças a fraqueza do corporativismo funcional, a coerência dos vereadores que formam a base do governo na Câmara Legislativa Municipal e a memorável lucidez da vereadora Kélia Serafim.

No caso de Klericles Júnior, a justificativa apresentada para a negativa tem como base o suposto fato de não ter sido convidado pelo Poder Executivo Municipal, para discutir junto aos demais vereadores a cerca da proposta do empréstimo ofertada pela Caixa Econômica Federal.

No entanto, todos os vereadores tiveram oportunidade para se expressar sobre o assunto por pelo menos dez minutos durante a sessão, na ocasião, foram levantados argumentos favoráveis e contrários ao projeto de lei, mesmo assim, sem se respaldar nos argumentos contrários e desconsiderando os pontos positivos da proposta, optou por não se sujeitar as razoáveis justificativas apresentadas principalmente pela vereadora Verônica Senra e decidiu por meio de voto contrário, seguir a cartilha corporativista e se posicionar contra o projeto de lei 046/2023, numa frustada tentativa de atrapalhar os planos da Prefeitura Municipal, que visa por meio de um possível empréstimo, realizar significativos investimentos na infraestrutura do município de São José de Mipibu.

Em relação ao voto contrário do vereador Lula de Laranjeira, uma frase inesquecível da vereadora Kélia Serafim exemplifica muito bem o termo correto que define sua lamentável decisão. Ao dizer na tribuna da Câmara Legislativa Municipal que: “ninguém pega na minha munheca” Kélia Serafim deixou entender em alta voz e bom tom, uma suposta inexistência de livre arbítrio político, motivada por intensa influência de oposicionistas que certamente compartilham da ideia de que quanto mais pior, melhor. Ou seja, pressionado e sem opinião própria, Lula de Laranjeira foi uma vítima vulnerável que se permitiu ser conduzido ao erro, por meio do corporativismo político funcional que impera na frente oposicionista a administração do Prefeito Figueredo Varela.

Colaborador

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