Monte Alegre sem abatedouro; empresários e Marchantes reivindicam reabertura.

No município de Monte Alegre, o consumidor de carne animal talvez nunca tenha se questionado como o produto chega às prateleiras dos mercados ou açougues. O trabalho é composto por vários profissionais, entre eles, fazendeiros, marchantes e outros empreendedores, que trabalham para a carne chegar ao cliente final, o consumidor.

Nesse sentido, devemos buscar entender a relevância de um abatedouro municipal no meio empresarial, na área econômica do Município e consequentemente no bolso do consumidor final. Nesse contexto é fundamental termos a seguinte informação: a falta de um abatedouro municipal, causa despesas extras para empreendedores , prejuízo econômico para o município e aumento excessivo nos preços dos produtos que: na forma de efeito dominó, são repassados para o cliente final.

Inaugurado em novembro de 2005, o abatedouro público do Município de Monte Alegre fechou as portas por ordem do Ministério Público Estadual, após especificações identificarem condições inadequadas nas instalações e falta de documentos necessários para o funcionamento, que deveriam ser emitidos por órgãos responsáveis. Diante dessa situação, empresários e Marchantes tem buscado providências junto á Prefeitura Municipal – mas segundo informações, suas inúmeras tentativas foram inúteis; de acordo com esses trabalhadores, não há interesse do atual chefe do poder executivo municipal em debater possibilidades de reativação do abatedouro público que está inoperante a mais de dois anos.

Por meio das redes sociais, o empresário e militante político Gilberto do Queijo tem falado da repercussão negativa e protestado excessivamente contra o abandono do abatedouro, que pode ser classificado como objeto de desprezo por parte do atual gestor público. ” será que um Município como Monte Alegre, não tem recursos para construir um abatedouro público? “, Questionou o empresário.

Indignado e insatisfeito com o descaso, Gilberto do Queijo fala das dificuldades enfrentadas por comerciantes devido o não funcionamento do abatedouro. ” nossos Marchantes estão se deslocando para outros municípios para executar o seu serviço”, completou.

O prédio custeado com recursos públicos é considerado um símbolo de desperdício de dinheiro e falta de desenvolvimento sócio econômico; áreas da municipalidade fundamental para o incentivo ao empreendedorismo local e consumo de carne de origem animal.

Colaborador

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