A falta de independência política de Severino Rodrigues é um fator negativo, nocivo, prejudicial e desfavorável

A independência pessoal é importante porque permite que uma pessoa viva de acordo com seus próprios termos, em vez de ser limitada pelas expectativas ou influência de outras pessoas. A independência pessoal pode ser vista em várias áreas da vida, como finanças, relacionamentos, saúde e bem-estar emocional; no caso do ex-prefeito da cidade de Monte Alegre, sua origem forasteira o impossibilita de obter independência política, dispositivo fundamental para produzir autonomia, o que em tese, lhe permitiria gerir suas decisões e agir de acordo com seus próprios valores, objetivos e necessidades, sem ser submetido ao julgamento de outras pessoas – nesse caso específico, me refiro a ex-prefeita Norma Ferreira e Kerinho Alves.

De maneira metaforica, a ex-prefeita Norma Ferreira e Kerinho Alves simbolizam a “cadeira de rodas” de Severino Rodrigues – sem esse instrumento de locomoção, o mesmo não consegue ao menos caminhar com as próprias pernas pelos bairros do Município de São José de Mipibu – nesse sentido, entendemos que a falta de independência política não restringe apenas o direto de liberdade de expressão, escolha ou decisão; é sem dúvidas um fator negativo , nocivo, prejudicial e desfavorável que interfere diretamente no caminhar de Severino Rodrigues. Sem essa dupla, o ex-prefeito de Monte Alegre não alcança pessoas.

Durante o período eleitoral, a independência política ameaça e provoca danos gerais apenas nas estruturas políticas do partido. A frente oposicionista ao grupo Dantas, esconde os desafios que o pré-candidato Severino Rodrigues enfrenta constantemente ao ser obrigado a submeter-se rigidamente a supostas, omitidas ou desconhecidas condicionais impostas pelos seus dois maiores cabos eleitorais no município mipibuense, essa submissão se faz necessário para que Severino Rodrigues não veja seu projeto político desfalecer – essas condicionais desconhecidas são válidas nesse período de pré-campanha, se estenderá após a convenção partidária englobando a campanha eleitoral e um possível futuro governo.

Da mesma forma que a independência política promove ameaças e danos gerais a estrutura política partidária no período de campanha; numa possível administração, esse fator desfavorável estende suas consequências negativas a terceiros, fazendo da população administrada, vítimas dos seus danos por meio de um governo desestabilizado e insustentável em todos os sentidos. Essa possibilidade de governo desastroso permanente em evidência a todo tempo, devido as ditas condicionais impostas, que precisam a cada instante serem respeitadas e consideradas cláusulas pétreas de um acordo firmado entre as partes – o que na prática nunca funciona, devido as constantes mudanças que ocorrem ao longo do tempo, fazendo o dependente crer que está liberto das condicionais, que dão na verdade, correntes que lhe aprisionam.

Colaborador

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